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domingo, 29 de junho de 2014

Velvet – Proibida






Cento  e  cinquenta  e  seis  com  Riverside  Drive  –  ela disse  ao  motorista,  depois  se  recostou  no  assento  da limusine  preta  e  fechou  os  olhos,  antevendo  a  noite excitante.

Estava  a  caminho  da  Black  Door ,  uma  boate  muito discreta.  Não  era  um  clube  noturno  só  para  associados;  a Black  Door  era  um  playground  ultra exclusivo  para adultos,  dedicado  a  atender  unicamente  às  necessidades carnais  de  mulheres.  Ela  sentia  os  hormônios  começando a  fluir  só  por  pensar  nas  possibilidades  que  a esperavam. Em  poucos  minutos,  o  carro  parou  diante  de  um  edifício sem  identificação  com  uma  porta  preta  e  brilhante  de três metros de altura. Ela  saiu  do  automóvel   e  se  equilibrou  sobre  o  salto agulha  vermelho  de  quinze  centímetros  de  altura.

 Enquanto  caminhava  para  a  entrada,  a  brisa  da  noite atravessava a  seda pura do vestido que ela usava  sob uma capa  preta  que  a  cobria  até  o  tornozelo.  Cautelosa,  bateu na  porta.  Alguns  segundos  depois  um  bonitão mascarado  de  1,80m  de  altura  abriu  a  porta  para  a decadência e pediu a senha.

–  Molhada  e  pronta  –  ela  cochichou  com  voz  suave  e sedutora, falando através da meia máscara.

O porteiro se afastou para o lado, e ela examinou seu pacote  volumoso,  envolto  apenas  por  um  apertado  fio dental   de  couro  preto.  No  saguão,  ela  removeu  a  capa.  A temperatura  ambiente  era  baixa,  e  já  podia  sentir  os mamilos  enrijecerem.  Quando  olhou  para  baixo,  ela  viu o  contorno  das  grandes  auréolas  redondas  sob  a  seda pura.  O  porteiro  umedeceu  os  lábios  com  a  l íngua  ao  ver seus  seios  salientes,  depois  se  colocou  atrás  dela  e  ajustou sua  máscara  de  couro  vermelho.  Estavam  tão  próximos que  ela  sentia  o  membro  ereto  pressionando  suas  costas. Um  gemido  de  prazer  escapou  de  sua  garganta,  e, instintivamente,  ela  en6curvou  o  corpo  para  aumentar  a pressão.  Os  dois  começaram  a  se  mover ,  movimentos  de fricção  leves  e  sedutores  bem  al i,  no  meio  do  saguão.  Ele a  enlaçou  com  uma  das  mãos  e  massageou  um  seio  farto, enquanto  a  outra  se  esgueirava  por  baixo  do  vestido  e encontrava a área do prazer.

–  Ohh...  –  ela  gemeu,  sentindo  o  dedo  penetrar  sua umidade.  A  agressividade  a  pegou  de  surpresa  e  ela  ficou tensa  por  um  instante,  mas  recuperou-se  depressa  e  se

entregou à sedução daquele toque. Quando  ela  estava  perto  do  orgasmo,  o  porteiro parou de repente e disse:

– Agora está pronta para a Black Door.

Ela  ouvia  as  pessoas  se  divertindo  na  parte  mais interna  da  boate  e  caminhou  para  a  porta  decorada  e fechada.  Cada  passo  fazia  seu  coração  bater  mais depressa...

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