Apesar de ter dito para si mesmo que deveria
se afastar, que não deveria ceder à crescente atração que sentia por ela, ele
estendeu a mão livre e tocou aquele rosto delicado. A pele era macia, quente e
dava prazer em tocar... Ele ansiou por acaricia-la ainda mais. O azul dos olhos
dela de intensificou, o que mostrava que ela sentia o mesmo desejo ardente.
Deixando de lado todas as possíveis consequências e ignorando as resoluções
tomadas minutos antes, ele abaixou a boca até a dela, pois precisava prová-la
mais uma vez.
Ela tinha um sabor doce, quente e sedutor, ele
pensou enquanto deslizava o braço ao redor da cintura fina e a puxava para mais
perto. Exatamente como temia, ela tinha gosto de quero mais – mais do que
beijos e carícias suaves. O modo como ela se encaixou ao seu corpo despertou
seus desejos mais selvagens. Ele lutou contra o impulso de deitá-la no tapete.
Alethea era viúva, mas seus instintos, afiados pelos anos de jogos de amor,
mostravam que ela estava longe de ser uma mulher experiente. O modo como mais
uma vez ela pareceu surpresa quando ele invadiu sua boca com a língua só
confirmou o palpite. O sabor de inocência atiçou ainda mais o desejo que sentia
por ela. Ele queria poder mostrar todo o prazer que um homem e uma mulher
podiam compartilhar...
domingo, 3 de agosto de 2014

0 comentários:
Postar um comentário